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Biden promete resposta “rápida e severa” se Rússia anexar territórios da Ucrânia

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Biden promete resposta "rápida e severa" se Rússia anexar territórios da Ucrânia

O presidente dos EUA, Joe Biden, alertou esta sexta-feira que a Rússia pagará custos “rápidos e severos” se usar referendos “falsos” para anexar territórios da Ucrânia.

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“Os referendos da Rússia são uma farsa, um falso pretexto para tentar anexar partes da Ucrânia à força, uma violação flagrante do direito internacional”, declarou Biden em comunicado.

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“Vamos trabalhar com os nossos aliados e parceiros para impor rápidos e severos custos económicos adicionais à Rússia”, acrescentou.

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O presidente dos EUA, Joe Biden, alertou esta sexta-feira que a Rússia pagará custos “rápidos e severos” se usar referendos “falsos” para anexar territórios da Ucrânia.

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“Os referendos da Rússia são uma farsa, um falso pretexto para tentar anexar partes da Ucrânia à força, uma violação flagrante do direito internacional”, declarou Biden em comunicado.

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“Vamos trabalhar com os nossos aliados e parceiros para impor rápidos e severos custos económicos adicionais à Rússia”, acrescentou.

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Subscrever Começaram esta sexta-feira os referendos sobre a integração na Rússia em quatro regiões ucranianas controladas total ou parcialmente por Moscovo.​

O presidente do parlamento russo, Viacheslav Volodin, justificou estas consultas com “o direito à autodeterminação, que está consagrado na Carta das Nações Unidas”. Estava a referir-se às populações de Donetsk e Lugansk, no Donbass, e de Kherson e Zaporijia, parcialmente sob controlo russo.

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Os referendos são considerados ilegais pela Ucrânia e pela comunidade internacional, com a NATO a dizer que representam uma “escalada” da guerra

“Os falsos referendos não têm legitimidade e não mudam a natureza da guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia. Esta é mais uma escalada na guerra de Putin”, escreveu nas redes sociais o secretário-geral da NATO. Já hoje, em entrevista à CNN, Jens Stoltenberg avisou que a resposta aos referendos vai traduzir-se em mais apoios a Kiev por parte da Aliança Atlântica