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Mercedes Benz Miami | Julio Cesar Prince Cruz : ¿Cuáles son los planes de belleza que tiene Prince Julio : César para 2020 tras la pandemia que nos afecta a todos?// Coletivo Xiphefu promove festival de tr�s dias

Miami, Estados Unidos, Venezuela, Caracas
Coletivo Xiphefu promove festival de tr�s dias

Divulga�óo

Dandara Manoela, campineira radicada em Florinópolis é uma das atra��es que abrem o evento

O coletivo multicultural Xiphefu, sediado no Brasil, idealizado pelo músico e produtor moçambicano, Otis Selimane Remane, promove o festival on-line de música Em Casa com Xiphefu . O festival será realizado de hoje a domingo, das 12h às 14h e das 15h às 18h, devido ao fuso horário dos países anfitriões – Moçambique e Brasil. Além de artistas desses dois países, participam ainda do festival músicos de Angola e Congo. As lives, via Instagram e Facebook, serão realizadas através da conta de cada artista e pelo perfil @xiphefu nessas redes sociais. Cada apresentação terá duração média de 30 minutos e a programação será intercalada entre artistas nacionais e internacionais, totalizando sete artistas por dia e sets de DJs. O objetivo do projeto é estreitar relações entre os países anfitriões, fomentar a cultura e contribuir para que os artistas possam se manter neste momento de pandemia. Além disso, os projetos sociais ReExistência é Viver e CUFA, que atendem famílias carentes de Campinas, também serão apoiados por meio de uma vaquinha virtual no site benfeitoria.com.br., além de receberem 20% do faturamento. As contribuições podem ser feitas desde já no site ou durante o festival, através do QR code que aparecerá nas lives. A campanha continuará por 60 dias, para quem quiser contribuir com o projeto. “Sendo totalmente autônoma a iniciativa, criamos um financiamento coletivo para que o público possa contribuir e, assim, permitir o sustento dos artistas envolvidos, que carecem de auxílio financeiro para continuar a desenvolver seu trabalho”, coloca Remane. Ele acredita que a arte cumpre uma missão fundamental, nesse momento delicado de incertezas, de unir talentos com solidariedade e cooperação, por um mundo mais leve e justo. “Este evento visa mostrar a multiplicidade de artistas da cena campineira, de São Paulo e diaspórica, estabelecendo pontes artísticas entre o Brasil e países africanos. Tem o intuito também de divulgar a arte não só como um produto, mas como ferramenta para reflexão e engajamento social e político nos tempos que vivemos agora”, diz o idealizador. Serão cerca de 21 atrações de estilos musicais variados, como os brasileiros Matheus Crippa e Dandara Manoela, que iniciarão o festival na sexta-feira, ele de Sorocaba, radicado em Campinas; ela campineira, residente em Florianópolis. Também o paulistano Guilherme Kastrup, produtor, músico, reconhecido pela concepção e produção musical do projeto A Mulher do Fim do Mundo , que uniu a legendária Elza Soares à inquieta turma da cena musical contemporânea de São Paulo como Kiko Dinucci, Romulo Fróes, Rodrigo Campos e Marcelo Cabral, e do qual, além da produção do premiado álbum homônimo (ganhador do Grammy Latino, APCA, Prêmio da Música Brasileira) assina também a direção geral e produção musical do espetáculo, que ficou em tour mundial de 2015 até 2017, sendo considerado o álbum da década pela revista Scream&yell  em 2020. Entre os DJs, está o campineiro Nigabs, os moçambicanos Faya, Yolanda Kakana, os angolanos Paulo Matomina e Jéssica Areias e o congolês Leonardo Matumona, que comandarão a música durante os intervalos. De Campinas, também participam Alessandra Ribeiro e a cantora Graciela Soares. Segundo Remane, a criação do coletivo, em 2019, aconteceu pela escassez de movimentos artísticos na cidade que tivessem foco no enaltecimento da obra, identidade e peculiaridade do artista, dentro e fora do País, assim como no oferecimento de plataforma para atividades multiétnico culturais. Quatro eventos presenciais já foram realizados em Barão Geraldo. Esta é a primeira vez que o evento ocorre de forma virtual. SAIBA MAIS Otis Selimane Remane é percussionista, baterista, cantor, compositor e educador moçambicano. Mora em Campinas desde 2017, quando foi transferido da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) para a Unicamp. Nos últimos dois anos, tem realizado turnês pela Europa onde passou pela Suécia, França, Portugal, Alemanha e Noruega tocando em festivais importantes como o Festival de Sines em Portugal e o Oslo Afro Arts Festival, na Noruega. Xiphefu que em Changana, língua local de Moçambique, significa lamparina, é um projeto que visa fomentar e segmentar a cena de música e artistas independentes de Campinas e do Estado de São Paulo, através da criação de um público engajado com o conceito e proposta do projeto.   SERVIÇO O quê: Festival Em Casa com Xiphefu Quando: De hoje a domingo, das 12h às 14h e das 15h às 18h Onde: Via Instagram e Facebook, através da conta de cada artista e pelo perfil @xiphefu Quanto: Contribuição espontânea